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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Caminhada Com a Sogra
No final do verão de 2007 tirei férias junto com meu sogro e minha sogra, um casal sério que nunca demonstrou nenhum tipo de tendência para a sacanagem. Meu sogro é um homem de 54 anos, muito sério e com um estilo quase militar e minha sogra uma mulher de 52 anos, muito bonita, e apesar da idade, com um corpo mais bem cuidado que de muita menininha. Fomos para um lugar paradisíaco no litoral de Santa Catarina. Todas as manhãs, enquanto minha esposa dormia e meu sogro buscava o pão para o café da manhã e o jornal, minha sogra e eu caminhávamos, e foi numa destas caminhadas que ela me confidenciou que meu sogro, pelo fato de beber muito, já não transava com ela há algum tempo, e ela sentia necessidade de sexo pois ainda sentia muito desejo. Eu ouvi seu desabafo, me limitando somente a isso. Com o passar dos dias o assunto do meu sogro não comparecer e dela sentir muito desejo tornou-se recorrente, e foi aí que tudo aconteceu. Minha esposa ficou menstruada e como não estávamos em casa preferiu não transar comigo naqueles dias, me deixando em ponto de bala. Minha sogra, por sua vez, sabendo de seus atributos físicos, passou a caminhar com roupas cada vez mais provocantes. Numa manhã de segunda-feira caía uma garoa fina e ela convidou para fazermos um outro percurso, eu sem maldade nenhuma aceitei. Saímos pela beira da praia nos afastando bastante, e como era início de semana, apenas algumas gaivotas nos faziam companhia. A mediada que caminhávamos a chuva e o suor foram molhando a fina camiseta branca que minha sogra usava, e aos poucos seus seios maravilhosos foram se revelando pra mim. Como ela, em alguns momentos, acelerava o passo, pude notar que naquele dia usava apenas a bermudinha de lycra, sem calcinha. Aquela altura já não conseguia mais disfarçar minha excitação, foi quando já bem afastados ele propôs que entrássemos no mar, e eu topei na hora. Entramos e com a desculpa das ondas estarem mais fortes minha sogra começou a roçar aquela bunda magnífica no meu pau, que já doía de tanta tesão. Em dado momento ela veio nadando em minha direção, e sem nenhuma cerimônia tirou meu pau para fora da bermuda e começou um boquete espetacular. Ela dizia que há muito tempo tinha vontade de transar comigo, mas tinha medo da minha reação. Ela mamou no meu pau um bom tempo e quando disse que eu ia gozar ela pediu para que fosse em sua boca, pois ela ainda não tinha tomado café da manhã e queria tomar um “leitinho quente”. Gozei como fazia tempo que não o fazia. Fomos para a areia, e enquanto eu tomava fôlego deitamos lado-a-lado, quando ela levantou e ficou de cócoras sobre a minha cara pedindo para a chupasse, pois meu sogro nunca tinha feito isso e ela tinha a maior vontade. Na hora enfiei minha língua naquela xana peluda, mas muito cheirosa, e senti seu mel que escorria, quando ela estava quase gozando, como mau pau já estava duro novamente, ela afastou um pouco e sentou nele de uma só fez, fazendo com que ela soltasse um gemido de dor misturado com muito prazer. Cavalgou minha pica até que eu gozasse, agora em sua cara. Como meu pau ainda estava semi-ereto ela começou um novo boquete e logo eu estava em ponto de bala outra vez, aí ela me surpreendeu, pediu para que satisfizesse outra de suas fantasias, implorou para que comesse seu cuzinho virgem. Botei ela de quatro, passei um pouco de porra misturada com saliva e o mel que escorria da xana dela, e fui colocando devagar. Nunca vi uma mulher rebolar e gozar tanto sendo enrabada. Como a transa estava maravilhosa não vimos o tempo passar, e quando consultei o relógio já faziam umas 2 horas que estávamos ali, transando. Nos vestimos e voltamos para casa, onde inventamos uma desculpa bem convincente. Passamos o resto das férias transando toda a manhã durante nossas caminhadas. Quando voltamos das férias continuamos transando eventualmente, e num determinado dia ela resolveu convidar uma amiga.....mas isso é uma outra história...

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