Minha Professora de História
Em 1987 não entendia muito bem como as coisas funcionavam. Aos treze anos, trabalhava durante o dia como office-boy e à noite ia para uma escola estadual na periferia de Piracicaba, interior de SP, onde cursava a sétima serie do primeiro grau, esta era toda minha rotina na vida. Devido ao cansaço causado pelo emprego durante o dia, eu pouco estudava. Chegava à escola e ficava ao portão para ver os amigos que chegavam e “secar” as meninas que passavam. Cueca e Maruca eram os melhores amigos que eu tinha. Sentávamos lado a lado no fundo da sala. A escola me chateava muito, ia para poder obter o certificado do primeiro grau. As coisas que valiam à pena eram os dois amigos e as quartas-feiras. Ah! As quartas-feiras, como eram boas. Tínhamos 03 aulas antes do intervalo que, pra mim pouco ou nada me interessavam. A quarta e quinta aula era de história. Eu não queria nem saber sobre Guerra de Canudos ou outra coisa parecida. O que deixava os moleques doidinhos era a professora. Mirian é o nome dela. Não sei quantos quilos ela tinha e devia ter uns vinte e poucos anos. Sua altura? Acredito que devia ter 1,75m, cabelo preto em caracóis, morena clara e usava óculos. Usava trajes comuns, como calça jeans, tênis e camiseta. Mas aquela mulher fazia qualquer roupa ficar sensual. Seus seios eram daqueles que podiam furar a camiseta a qualquer momento, sua bunda era perfeita, seu sorriso um convite! Ah, Miriam se você soubesse o estrago que fazia com a molecada... Minha vida começou a mudar no final do ano, quando houve reposição de aulas para os alunos que ficaram em recuperação. Pra variar Catatau (eu), Maruca e Cueca estavam em recuperação, não em historia, nesta matéria éramos bons. Os professores tinham que acompanhar o calendário do semestre, portanto, quarta-feira tinha aula de historia. Nos pensamentos eu havia comido Mirian várias vezes. Mas e na prática? Nada. Nós tínhamos que sentir aquela mulher por completo e um plano foi feito. Idéia de Maruca era genial. O plano era a seguinte: A última aula terminaria às 23h. A Mirian sairia da sala em direção à sala de professores para pegar seus pertences no armário e ir embora. Neste percurso estaria o banheiro masculino. Eu deveria desviar a atenção de Mirian e acompanhá-la e quando chegasse em frente à porta do banheiro eu a empurraria pra dentro. Chegou a hora... ...e para nossa sorte, os outros professores já haviam ido embora. Interceptei Mirian na saída da sala e perguntei quase gaguejando se alguém havia sido reprovado. Quase joguei o plano no lixo quando ela me perguntou: ____Catatau você tá nervoso? Há algo errado? ____Sem problemas. Meu coração batia muito forte, dava pra ouvir minha respiração. Chegamos em frente ao banheiro, respirei fundo e fui empurrando-a com força para dentro e fechei a porta. Seus olhos estavam assustados, não havia mais aquele sorriso em seu rosto. Os dois amigos estavam em seus postos, pelados e com as ferramentas em riste. Ela não conseguia dizer nada. Cueca a pegou por trás e puxou a camiseta, depois seguraram os braços e eu tirei a calca dela. Ficamos nos olhando sem nada dizer, vendo aquela mulher linda somente de calcinha. ____Por que isso? – ela nos perguntou. ____Dona, a gente não agüentava mais! Colabore, não vamos machucá-la. – tentei tranqüilizá-la. Ela não disse nada. Dei lhe um beijo, mas não fui retribuído. Maruca chupava os seios e Cueca lambia a bunda. E que bunda... ..a pele clarinha destacava ainda mais a marca de biquíni no seu corpo bronzeado. Fiquei sentado na pia e a puxei pelos cabelos, forcei meu pau contra sua boca. Ela não queria, mas um tapa resolveu tudo e outro. E depois de levar outro tapa, ela começou a lamber a cabeça. ____Cadela! Que língua gostosa, chupa meu saco. – eu estava louco. Ela chupou minhas bolas, senti sua língua brincando e apertando. Eu já não agüentava mais, o tesão estava há muito tempo acumulado. ____Vou gozar! Mame meu leite. Mame tudo, cadela! Seja a primeira a receber meu gozo. E Mirian obedeceu! Mamou tudinho.Aquela boca linda, agora estava cheia de porra e seu rosto transfigurou. Parecia que seu corpo estava sendo possuído. Começou a falar palavrões: ____Eu quero tudo, tudo. Mata minha sede, seu mer... É a primeira vez, hein? Então o franguinho é cabaço? Na verdade era a primeira vez que os três vivenciavam uma experiência deste tipo. Ela continuava cada vez mais dominadora: ____Lambe, enfia a língua no meu cú seu bostinha! – Cueca parecia um cachorro e obedecia com prazer. Ela se levantou e falou para o Maruca: ____Chupa minha buceta. ____Só se for agora! ____Eu quero gozar na sua boca, moleque. Colocamos nossas roupas no chão e Maruca ficou deitado. Mirian foi por cima e Maruca começou a chupá-la, enquanto ela tinha um pau em cada mão. Chupava de um jeito tão especial, a sucção era tão perfeita que parecia sugar minha energia. Ela deu uma cuspida na cabeça do meu pau e depois voltou a chupá-lo. Sai da brincadeira e fiquei ao lado, senão ia gozar mais uma vez. Não demorou muito e Cueca encheu a boca de Mirian. A vagabunda gemia e se contorcia, nos levando a loucura. Maruca não tinha gozado nenhuma vez, mas quando gozou o moleque quase teve um ataque epilético. Mirian sentou em cima dele e começou a cavalgá-lo. Ela travou as pernas no corpo do cara e começou a subir e descer, que em pouco tempo o moleque começou a gozar. Tremia igual a uma “vara verde”. Parecia uma viúva-negra acasalando para depois matar o macho. Ficamos olhando os dois naquela situação por alguns segundos. O moleque ficou pálido. Ela ria muito e debochava da cara dele. Aí foi a vez de Cueca passar a ser a vítima. Ele tomou o lugar de Maruca, Mirian fez a mesma coisa e gritava: ____Cueca, eu vou arrancar seu pau. Minha buceta vai morder tanto que não vai sobrar nada. Maruca, dá esse cacete pra eu chupar, vou deixar ele pronto de novo. Enquanto eu viver não vou esquecer quando ela olhou pra mim, com um sorriso maroto e disse: ____Tá sobrando buraco, quer? Venha, eu quero ser fodida em todos os buracos. Coloquei a cabeça do pau na portinha do cú e fiquei olhando a cabeça sumindo dentro daquele buraquinho marrom. Vejam bem! O Cueca estava embaixo, o Maruca dando o pau pra ela mamar e eu ali com a bunda dela abertinha prá mim. Ela olhou pra traz e falou prá mim: ____Respeite sua professorinha! Aí dói, coloque bem devagar. Nesta hora não pensava em muita coisa. A cabeça tava quase toda dentro do rabo dela, eu tinha domínio de tudo, pois segurava suas ancas. Entrei com bola e tudo. ____Aquenta tudo sua puta! – o cuzinho estava uma delicia, quente e apertado. Ela tentou prender pra eu não empurrar, mas já era tarde. Quem correu risco foi Maruca, que quase perde o pinto na mordida que ela deu. Cueca gozou e Maruca também. Eu fiquei mais um pouco bombando até que veio outro gozo e joguei tudo dentro daquele rabo. Grudei na cintura dela, eu parecia um carrapato, não queria sair dali. Os três ali olhando pra ela, enquanto ela colocava a calca e a camiseta. A calcinha? Olhou para os três e disse: Eu deveria era chamar a policia! Se eu ficar sabendo que algum “filho da puta” ficou contando vantagem por aí, eu vou denunciar os três. Ficamos cagando de medo e o segredo permanece até hoje. Bom, a ordinária sabia como fazer a festa. Depois de toda aquela diversão ainda teve sorteio. Foi saindo e, como uma noiva que joga o buquê, ela jogou a calcinha. Custou-me o cotovelo ralado, mas valeu a pena. Guardei por muito tempo aquela calcinha. Quando nós três estávamos saindo, quem sai de trás do banheiro? Seu Raimundo, um senhor de mais ou menos 50 anos era o zelador. Ele estava olhando tudo pela vidraça. Ele falou que a Mirian tinha visto ele atrás da vidraça, se viu mesmo eu não sei. Abriu o portão pra gente e fomos embora exaustos. O velho soltou uma gargalhada e entrou. De vez em quando eu vejo o Cueca. O Maruca nunca mais o vi. Duas semanas atrás eu estava no Shopping e vi a Mirian em um restaurante. Ela me viu, deu um sorriso igual aos velhos tempos, aqueles que eu nunca mais vou esquecer. Um rapaz que estava junto dela olhou para trás, devia ser o namorado ou marido. Minha esposa me perguntou quem era, mas eu fiquei em silêncio. Fui andando e como num filme, as lembranças vieram à cabeça. Foi a ultima vez que nos vimos.
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