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quarta-feira, 18 de junho de 2014

T por Minha Tia
Meu nome é Rodolfo, tenho 20 anos e há alguns anos (eu tinha 10 anos) meu tio, o mais novo dos filhos do meu avô, apareceu com uma menina que ele dizia ser sua esposa. Ela tinha aproximadamente 22 aninhos. Morena, baixinha (1,55 m), seios médios durinhos e com uma bundinha, que servia de adorno ao seu corpinho. Como nem pensava em coisas do tipo, não dei muita importância e tratava Roberta, esse é seu lindo nome, como minha tia e nada mais. Depois de uns 2 anos morando na mesma cidade e uma filha depois, meu tio mudou-se para a cidade natal de sua esposa, levando as duas. Quase nunca via os três. Ficaram por lá uns 4 anos morando e voltaram para a cidade onde moro, que fica no interior de Mato Grosso. Como já estava no auge da masturbação e tinha acabado de perder a virgindade, não pude evitar de ter pensamentos maldosos em relação à minha tia, que parecia que estava mais gostosa do que nunca. Sempre ia na casa do meu tio e ele sempre vinha até a minha. Ela sempre usava shortinhos curtos e blusinhas apertadas, o que destacavam o seu, não grande, mais belo e bem definido corpinho. Meu tio viajava muito e minha tia não gostava de ficar sozinha em casa, e sempre chamava minha irmã para dormir com ela. Como se não bastasse, as coisas não andavam muito bem com o casamento dos dois. Com essa crise, notei que minha tia estava meio carente e sempre que podia eu, como um cara doido por sexo e aproveitando a oportunidade, sempre me insinuava, dando a entender que estava a fim dela. Ela sempre me flagrava olhando-a e eu sempre disfarçava. Um belo, e que belo dia, como sempre minha tia ligou lá em casa e pediu pra minha irmã ir dormir com ela. Chamei minha irmã que ao atender o telefone foi logo dizendo pra minha tia que não poderia, pois já tinha marcado de sair com o namorado. De repente minha irmã me pergunta: Rodolfo, a tia perguntou se você não quer ir lá dormir com ela. Eu fiquei meio abobado mas prontamente respondi que sim. Será esse o meu dia, pensei. Lá pelas 21:00 horas me dirigi até a casa de minha tia. Cheguei e fui recebido por minha priminha que quase me derrubou quando veio correndo em minha direção. Peguei-a no colo e fui entrando na casa. Minha tia estava na cozinha preparando um lanche e me chamou para comer também. Disse que já havia jantado e então fui assistir à televisão. Minha prima veio e deitou no meu colo e logo adormeceu. Chamei minha tia para que ela pudesse levar Luana pra cama. Ela veio e quando se abaixou para pegar minha prima, pude sentir o seu perfume e contemplar o seu belo corpo. Logo ela voltou e juntou-se a mim para assistir tv. Já passava das 22:30 e nós ainda estávamos acordados. Ela tinha alugado uns filmes e fomos assistir, mais um. Estava tudo correndo normalmente, até que no filme começou a rolar umas cenas de sexo e eu, como todo adolescente punheteiro, não me contive e uma ereção foi inevitável. Como estava pronto pra dormir, a minha samba-canção não foi suficiente para disfarçar a ereção. Minha tia estava distraída mas não demorou muito a perceber. De repente o gelo foi quebrado: - Olha só, ele esta com tesão. É por mim Rodolfo?, disse minha tia para meu espanto. Era e ainda sou muito tímido e senti meu rosto ficar vermelho. Meio gaguejando respondi que sim. Ela se aproximou ficou de joelhos no sofá e então disse, ao meu ouvido: Eu posso ajudar, se você quiser... Quase morri do coração com estas palavras. Novamente as palavras saíram enroscadas da minha boca, mas num acesso de coragem respondi: - Quero sim. Ela então pôs a mão, por cima da cueca e ficou alisando o meu sexo. Chegou mais perto e me lascou um super beijo. Quanto mais o beijo ardia, mais a sua mão me torturava. Como uma amazona, saiu da posição que estava e sentou de frente pra mim, de pernas abertas e continuou com o beijo. Como que por reflexo já coloquei as mãos em seu seios e fiquei alisando e tentando tira-los pra fora. Ela então deixou sua camisolinha cair e pude, enfim, chupar seus peitinhos, para meu e seu delírio. Ela então decidiu apimentar mais as coisas. Foi até a cozinha e buscou leite condensado. Me disse para tirar a roupa que ela ia me experimentar. Derramou doce na minha boca e sugou tudo, com uma maestria fenomenal. Derramou no meu peito e meu levou a loucura; desceu pela barriga e finalmente (eu quase não me agüento) derramou o leite condensado na cabeça, já latejante de desejo, do meu cacete. Chupava ora a cabeça, ora o ele inteiro. Descia até as bolas e voltava. Chupou minha virilha e, como não tinha controle, gozei inesperadamente. Fiquei atordoado e pensei que ela iria desistir. Mas ela, para minha felicidade, colocou mais doce e junto com meu esperma, recolheu tudo. Saciada de tanto chupar disse que agora chegou a minha vez. Mas, novamente foi a cozinha, agora voltou com pedras de gelo em um copo e me disse: - Me chupa com isto?. Eu como qualquer jovem que obedece a uma pessoa mais velha me prontifiquei e satisfiz seu desejo. Inexperiente e muito afoito, não sabia por onde iria começar, tanta era minha excitação. Beijei sua boca, seu pescoço. Comecei a passar o gelo em seus peitinhos, que, mais ainda que antes, ficaram com os bicos durinhos. Chupei gulosamente cada um deles e fui descendo até seu umbigo. Passava a língua em sua barriga e logo estava em sua virilha. Queria agora não só retribuir o prazer como também tentar tortura-la. Peguei uma pedra de gelo inteira e com movimentos desenhados por ela mesma, comecei a passá-la pelos grandes e lindos lábios de sua vagina. Ela então disse para que eu chupasse. Não me fiz de rogado e caí de boca. Chupei como nunca havia feito na minha vida. Ela não demorou muito para gozar. Meu pau já estava, novamente, em ponto de bala. Ela então pediu para que eu virasse em sua direção para poder me chupar novamente. Me virei então e começamos a nos chupar ao mesmo tempo. Como a posição facilitava, seu cuzinho estava a mercê da minha língua e dedos. Fui em direção a ele e logo ela sentiu e soltou um breve e gostoso gemido quando sentiu a ponta da minha língua toca-la por trás e disse que estava gozando de novo. Passei um dedo e logo tentei penetra-la com os dedos. Ela levantou-se depressa e então pensei, agora ferrou! Que nada ela levantou e sedenta de prazer me falou: - Me come logo que não agüento mais. Esse pedido, tão esperado por sinal, foi logo atendido. Ela rapidamente tirou sua bucetinha da minha boca e colocou no meu pau. Aquela sensação de ter o pau agasalhado foi novamente sentida por mim. Parecia mais quente de que quando estava sendo massacrada por minha língua. Rebolava e gemia como uma devassa. Tanto que até tive que pedir para que se controlasse um pouco mais. A sua performance me deixava cada vez mais louco. Após algum tempo pedi para que mudássemos de posição e ela, rapidamente, me disse - Só se for de quatro!. Claro que não recusei e mais uma vez atendi o seu pedido. A visão daquela mulher totalmente domada por minha pica era tão maravilhosa que, de tão juvenil que era, acabei gozando novamente. Ela, claro, não estava totalmente saciada, mas aceitou e foi tomar banho. Fiquei lá, jogado no chão, totalmente dopado pelo seu cheiro, que ainda pairava no ar. Ela então, me surpreendeu novamente. Veio até a sala, de toalha, e disse para tomarmos banho juntos. Fiquei preocupado, pois minha prima dormia no quarto. Mas, por precaução e para meu alívio, usamos o banheiro que ficava nos fundos da casa. Novamente ela me beijou loucamente e, ai, ai, ai, meu pau já estava duro de novo. Ela começou a chupa-lo e assim foi durante algum tempo, até que eu banhei ela com meu leite, quase escasso, mais ainda assim, quente. Não desperdiçou uma gota sequer. Nos lavamos e ficamos curtindo por algum tempo. Voltamos para dentro da casa e fomos, cada um na sua cama, tentar dormir. Muitas coisas ainda rolam entre nós e espero poder contar para vocês as nossas aventuras sexuais. Obrigado pela atenção e desculpe pela extensão do texto. Até um próximo conto. Podem votar nele se quiserem ouvir mais.

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