Pai da Minha Amiga
Sempre fui muito fogosa, desde novinha adorava ficar mexendo com a imaginação dos meus colegas de turma usando saias de pregas curtinhas, sempre pegava um ou outro tentando olhar por debaixo dela. Sempre tive pernas muito bonitas, por isso nem ligava, como já disse adorava. Um dia, o professor de geografia pediu que fizéssemos duplas para apresentação de um trabalho sobre as diferentes pedras do relevo brasileiro. Minha dupla foi a Aninha, menina gente boa, tímida, mas legal, marcamos um dia de sábado na casa dela para começarmos a fazer o trabalho. Chegando lá, fui atendida pelo seu pai, um homem de uns aproximadamente 45 anos, bem conservado, cabelos negros com um pouco de grisalho, cavanhaque e um belo sorriso. Apresentei-me, e ele pediu para que entrasse, pois Aninha estava no banho, mas não iria demorar. Sentamos no sofá da sala e começamos a papear, descobri que ele estava separado e que Aninha só ficava com ele nos finais de semana. Logo em seguida, minha amiga apareceu e me convidou para ir até seu quarto. Passamos o dia inteiro pesquisando na internet, em livros, debatendo o assunto, se iríamos fazer cartazes ou se faríamos maquetes, já estava exausta e nem me dei conta que já havia anoitecido. Pedi para ligar pra casa afim de que alguém pudesse ir me buscar, logo Aninha sugeriu que eu dormisse em sua casa, resolvi aceitar o convite. Minha amiga me emprestou uma camisolinha, e enquanto eu tomava banho tive a impressão que alguém me vigiava. Lanchamos pizza e fomos dormir. Por volta das duas da manhã acordei com sede, levantei do colchonete e fui até a cozinha. Chegando lá, pude ouvir que a TV da sala estava ligada, caminhei até lá e me deparei com o pai da Aninha vendo um filme pornô e batendo uma punheta. Ao me ver, ele ficou sem graça e pediu desculpas, mas como eu não sou nenhuma santa, perguntei se ele não queria ajuda. Ele ficou surpreso, me aproximei, ajoelhei na frente dele e abocanhei seu pau de uma vez só. Suguei que nem uma criança esfomeada sentia o pau dele latejando na minha boca. Ele me pegou pelo braço, me ajeitou no sofá de perna aberta, tirou minha calcinha, e caiu de língua, de vez em quando ele dava umas mordiscadinhas na minha xaninha, que loucura! Estava quase gozando, quando ele percebeu, então parou de me chupar e enfiou em uma só estocada sua piroca grossa em minha bucetinha toda melada. Eu gemia baixinho para não acordar Aninha, e ele me comia com força, querendo arrebentar minha xota, não resisti e gozei na cabeça do pau dele. Logo em seguida, me colocou de quatro, abriu minha bunda com as mãos, cuspiu no meu cuzinho, e foi se encaixando em mim, pincelou sua pica na minha buceta, para deixar seu pau lambuzado com meu mel, e depois cravou ele no meu cu. Segurou-me pela cintura, e começou um vai e vem delicioso, aquele homem comia um cu como ninguém! Rebolava que nem uma cadela no cio na piroca dele, quando ele anunciou que ia gozar, senti seu leite escorrendo pela minha bunda e coxas. Olhei para ele, ainda de quatro, e ele me disse que eu tinha um cuzinho delicioso, apertadinho do jeito que ele gostava, dei um sorriso pra ele, me levantei, coloquei minha calcinha e disse que ia dormir. Ele me deu um beijo de boa noite, e disse que sempre que quisesse eu poderia ir estudar na casa dele. E foi o que aconteceu, sempre que tinha trabalho em grupo, eu sempre fazia com a Aninha, mal sabe ela o porque!
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